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Por que pagamentos em bitcoin devem se tornar cada vez mais comuns

As criptomoedas podem ser ainda um assunto meio etéreo para muita gente. Ao mesmo tempo, estão por trás de mudanças significativas para os negócios, em particular os de pequeno e médio porte. Vide o exemplo do empreendedor Vinicius Almeida, fundador da rede de franquias de escolas de idiomas Evolute Online, de Taubaté, no interior paulista. Há dois anos a Evolute aceita bitcoins como meio de pagamento de mensalidades dos alunos e taxas dos franquea­dos.

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O racional: cortar os custos das maquininhas de cartões, responsáveis por 6% da receita de 20 milhões de re­ais prevista para 2021. “As criptos podem ajudar a reduzir essa despesa com o tempo”, afirma Almeida. Para o ano que vem, até 7% das transações por ali deverão vir de criptomoedas. “Torcemos para elas virarem uma terceira via de pagamentos, tão comuns quanto os cartões”, diz.

Em outra ponta, as criptos estão abrindo oportunidades às PMEs. É o caso da HubChain, empresa de São Paulo desenvolvedora de meios de pagamentos alternativos com blockchain, uma espécie de livro de visitas virtual com dados verificados por diversas fontes de modo a garantir a veracidade das informações, para empreendedores terem condições de receber pagamentos em moedas digitais.

Desde a fundação, em 2017, a HubChain conquistou 300.000 usuários, boa parte deles vinda de startups. “Empresas de todos os portes querem desenvolver seu lado ‘pay’, como faz o Magazine Luiza”, diz Rodrigo Pimenta, fundador da HubChain, em alusão ao fato de a varejista paulista ter conquistado investidores com um ecossistema digital de serviços financeiros. Em 2021, os sistemas da HubChain deverão movimentar 2,1 bilhões de reais em criptomoedas dos clientes.  

<span class=”hidden”>-</span>Arte/Exame

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