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Na CPI, Dominguetti reafirma denúncias de propina e cita Élcio Franco, Marcelo Blanco e Ferreira Dias

O ex-cabo da Polícia Militar Luiz Paulo Dominguetti Pereira confirmou à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 nesta quinta-feira (1) que participou de uma reunião com integrantes do Ministério da Saúde na qual teria sido pedido propina de US$ 1 dólar por cada dose da vacina AstraZeneca.

O encontro teria sido realizado em um shopping em Brasília, com a presença de Roberto Ferreira Dias, então diretor do Departamento de Logística do Ministério da Saúde, coronel Marcelo Blanco da Costa, então diretor substituto do Departamento de Logística. Ambos foram exonerados nesta quarta-feira (31) do Ministério da Saúde após as denúncias.

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O depoente disse ainda ter uma quarta pessoa no encontro, um empresário do qual não se recorda o nome.

Dominguetti disse ser representante da Davati no Brasil desde janeiro e que tinha autorização para negociar com o governo em nome da empresa. E-mails obtidos pela Folha de S. Paulo mostram que o Ministério da Saúde negociou oficiamente a compra da vacina AstraZeneca com representantes da Davati.

Dominguetti diz não saber se a Davati possui licença oficial da AstraZeneca para vender os imunizantes e disse que o dono da empresa brasileira, Herman Cárdenas, saberia responder.

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