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Do suspense ao documental. As 10 séries mais comentadas em 2020

No ano em que muito tempo se passou em casa, uma companhia foi o streaming. Quem já tinha o hábito de maratonar séries, teve muitas opções durante o ano. Selecionamos 10 séries lançadas este ano que foram polêmicas, como A Máfia dos Tigres, aclamadas como O Gambito da Rainha, e I may Destroy You, e aguardadas pelo público como a 3ª temporada de Dark, e a 4ª temporada de The Crown.

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10. A Máfia dos Tigres (Netflix)

Joe Exotic. Um caipira americano com corte de cabelo mullet descolorido cria tigres em sua propriedade em Oklahoma. Joe anda sempre armado e tem como inimigo, Carole Baskin uma ativista pelos felinos. Dentre diversas loucuras que acontecem no documentário, Joseph Maldonado-Passage (Joe Exotic) se candidata a governador do estado, se casa e vai preso. Uma série que se fosse ficção, seria absurda. Mas é real. 

9. The Undoing (HBO)

Nicole Kidman e Hugh Grant, são Grace Frase e Jonathan Sachs. Ela, uma psicóloga de casais e ele, um oncologista infantil. Quando uma recém chegada na vida de Nicole é assassinada, sua vida rica e perfeita na alta sociedade nova iorquina, colapsa. São seis episódios em que é difícil não ficar atento à trama sobre quem matou a jovem Elena Alves, e não prestar atenção na pele de Nicole Kidman, que impede muitas de suas reações na série. Para muitos, o final da trama foi rocambolesco e decepcionante, o que rendeu diversas críticas à série. 

8. O Gambito da Rainha (Netflix)

Difícil alguém que não ouviu falar da série de xadrez. A série teve mais de 62 milhões de visualizações em apenas 28 dias após a estreia. Em um mundo dominado pelos homens, Beth Harmon (Anya Taylor-Joy) mostra que as mulheres não só podem fazer o que bem entendem (mesmo ainda jovens), como serem melhores que o sexo oposto. Baseado no romance de Walter Tevis, a série trouxe a luz o xadrez como esporte, e curiosidade aos que assistiram a série: as buscas por jogadas de xadrez disparam até 300%. 

7. Nada Ortodoxa (Netflix)

Uma série sobre a comunidade judaica ultraortodoxa em Nova York, falada em inglês, iídiche e alemão. Conta a história baseada no livro autobiográfico de Deborah Feldmanm, em que a jovem Etsy abandona a vida ultraortodoxa em Nova York para construir um futuro em Berlim. Fugindo e encontrando o passado, a trama apresenta as tradições da comunidade. Concorreu a quatro indicações ao Emmy 2020, e ganhou o prêmio na categoria Melhor direção em minissérie ou filme.

6. The Crown (Netflix)

Em novembro a princesa Diana voltou às manchetes, isso porque estreou a quarta temporada de The Crown. O encanto de Diana por Charles, o casamento e as infidelidades são retratados na temporada. Além disso, outra personagem que toma o centro das atenções é a Dama de Ferro, Margaret Thatcher, interpretada por Gillian Anderson. 

5. We Are Who We Are (HBO)

Do diretor de “Me Chame Pelo Seu Nome”, Luca Guadagnino também produziu e roteirizou a série, que conta a história de jovens americanos vivendo com suas famílias em uma base militar na Itália. Com desenvolvimento lento dos personagens, é possível acompanhar o crescimento e amadurecimento de Fraser Wilson, um garoto introvertido de Nova York, e Caitlin Harper, filha de um militar pró Trump e mãe nigeriana. Estão ainda na série as atrizes Chloë Sevigny e Alice Braga, interpretando as mães de Fraser. 

4. Ratched (Netflix)

Mildred Ratched, interpretada por Sarah Paulson, é uma enfermeira do asilo no final dos anos 1940. Ela consegue uma posição em um renomado hospital psiquiátrico, onde experimentos são feitos com muitos pacientes. A bela enfermeira começa a mudar de face e a cometer crimes. Inspirado no livro O Estranho no Ninho, de Ken Kesey, a série foca na enfermeira, diferentemente da adaptação de 1975 com Jack Nicholson como protagonista.

3. Alta Fidelidade (Prime Video/Starzplay)

Há 20 anos, estreava o longa Alta Fidelidade, com John Cusack como protagonista que é proprietário de uma loja de discos de vinil no Brooklyn, e rankeia desde seus relacionamentos à músicas perfeitas para curtir uma fossa. Em 2020, o filme virou uma série, e o personagem principal é uma mulher negra, Zoe Kravitz. Em dez episódios, a série cativa pela trilha sonora, a atuação de Zoe, e é claro, pela história bem desenvolvida. No site Rotten Tomatoes, a série conquistou 86% de aprovação da audiência. 

2. Dark (Netflix)

Se a série atordoou o raciocínio de quem acompanhou as duas primeiras temporadas, a terceira parte chegou para abalar ainda mais ao introduzir um mundo paralelo. Com os mesmos personagens vivendo vidas diferentes, e com pequenas alterações físicas, a última temporada amarra toda a trama. Bem construída desde o início,w o fim da série resolve boa parte dos mistérios com menos teorias do que foi especulado pelos fãs.  

1. I May Destroy You (BBC/HBO)

Michaela Coel não ficou satisfeita com a proposta da Netflix de U$ 1 milhão, que tiraria seus direitos de criadora da série. A multi talentosa atriz britânica, firmou então parceria com a BBC e a HBOpelo mesmo valor oferecido pela Netflix, mas também roteirizando, dirigindo e interpretado a série. São doze episódios em que a escritora Arabella Essiedu vive um bloqueio mental e procrastina para escrever seu segundo livro. Nesse meio tempo, ela atravessa dramas millennials, e problemas sociais muito antigos, como racismo e abuso sexual. No site Rotten Tomatoes, a série conquistou a pontuação de 97% pela crítica.

 

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