sábado, maio 1

Como os processadores Intel de 11ª geração podem melhorar o seu dia a dia

Montar um computador pela primeira vez ou fazer novos investimentos num computador pode ser uma experiência desafiadora. O norte desse processo, normalmente, se dá na escolha do processador: é ele que ditará o nível dos componentes da máquina, o preço investido sobre cada um deles e, principalmente, seu propósito. Seja para jogar, curtir filmes e séries, editar conteúdo multimídia ou um parceiro para toda obra, os processadores Intel de 11ª geração são a melhor alternativa, num balanço impecável entre desempenho, estabilidade e uma série de recursos capazes de ajudar você a fazer coisas incríveis.

Pensando nisso, o Canaltech decidiu elaborar um passeio guiado pelas vantagens dos Rocket Lake-S, os mais recentes processadores da Intel para desktops com os novos gráficos integrados Iris Xe. As novas CPUs dispõem de ferramentas refinadas para as mais diversas demandas para um computador doméstico, num ótimo balanço entre custo e benefício, e que até são capazes de dispensar placas gráficas dedicadas para cumprir fluxos de trabalho específicos. Quer saber quais? Então vem com a gente.

Dos três grandes da Intel, qual atende melhor às suas necessidades? (Imagem: Reprodução/Intel)

Ideal para o PC “faz tudo”

Para um computador mais básico, os Intel Rocket Lake-S são um baita alento. Aqui, o que atende é sua performance bruta e a vasta disposição de núcleos. Indo da simples reprodução de um filme em 4K, à produção de conteúdo audiovisual, as CPUs mais recentes da Intel dão conta do recado com recursos que refinam cada uma dessas tarefas — e quando a demanda é entretenimento, os processadores concluem a tarefa com folga.


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Aqui, os gráficos integrados vêm a calhar. Os Rocket Lake-S são os primeiros processadores da Intel a virem com os gráficos Iris Xe, capazes não só de reproduzir conteúdo multimídia em resolução 4K, com alta fidelidade de cores e impactando o mínimo na performance geral da máquina. Mas não é só isso: a nova tecnologia de gráficos da Intel vai além e dispensa a aquisição de uma GPU externa caso você queira passar o tempo curtindo um joguinho aqui e acolá. Eficiência é a palavra que reina.

Dito isto, um computador equipado com os processadores Intel de 11ª geração é capaz de dar conta não só dos afazeres do dia a dia, como também fazer as vezes de central multimídia para consumo de filmes e transmissões ao vivo, bem como atender a demandas de um estudante ou profissional que preza pela multitarefa constante para a realização de trabalhos e que, ao fim do dia, quer jogar um jogo e outro.

A CPU para o profissional multimídia

Contudo, não é somente na reprodução de vídeos em alta resolução que os Intel Core de 11ª geração se destacam. Do outro lado da moeda, essas mesmas “habilidades especiais” do chip gráfico dão conta de tarefas específicas de produção de conteúdo multimídia, em uma série de “ajustes finos” para entregar resultados de forma rápida, consistente e totalmente independente de uma GPU.

Os novos processadores são os primeiros da Intel a empregarem ferramentas e recursos de inteligência artificial e deep learning para entregarem resultados incríveis. Entre eles estão o Deep Learning Boost (Intel DL Boost, como foi batizado) e o suporte a VNNI, que juntos ajudam as CPUs entregarem até 88% mais desempenho em cargas de trabalho relacionadas a autoração, edição e produção de conteúdo quando comparado à geração anterior.

Os ganhos em cargas de programas de edição são notáveis. (Imagem: Reprodução/Intel)

Sendo assim, todo esse trabalho é feito com facilidade. A inteligência artificial robusta viabiliza a renderização de vídeos em resolução 4K, assim como a produção de imagens altamente detalhadas. Tudo isso sem depender de uma placa de vídeo externa, vale lembrar.

Em outras palavras, mesmo sozinho, os Intel Rocket Lake-S de 11ª geração dão conta das demandas principais de um editor de vídeo, apresentando desempenho de sobra para muitos desconsiderarem a aquisição de uma GPU dedicada. A máquina já é uma ferramenta de peso apenas com a CPU, placa-mãe e memórias RAM de alta frequência.

Para além disso, os novos processadores Intel oferecem suporte ao padrão USB 3.2 Gen 2×2, que garante transferências de dados a até 20 Gbps, assim como o suporte ao DMI Gen 3.0 x8 — ambos caracterizam o dobro da geração anterior, seja em velocidade de transferência ou em largura de banda de comunicação entre o processador e o chipset da placa-mãe.

É válido mencionar que transferências de dados também não dão trabalho para esses processadores, principalmente quando há grande fluxo de dados partindo de armazenamentos internos em PCIe 4.0, como os SSDs NVMe mais parrudos, ou conexões cabeadas como USB-C. Fazer backups, gerenciar arquivos entre dispositivos ou passar informações para fora da máquina acontece rapidamente, num piscar de olhos — e você não precisa interromper o uso do computador para isso.

Armazenamento em estado sólido são indispensáveis para ter um computador rápido. (Imagem: Canaltech)

Feitos para jogar

Embora os processadores apresentem melhorias evidentes para a produção de conteúdo, é nos jogos que eles se destacam. As CPUs Rocket Lake-S de 11ª geração trataram o público gamer com seriedade em várias frentes: customização, performance, multitarefas, estabilidade e desempenho.

Recursos como o overclocking das memórias RAM em tempo real são um dos principais atrativos para os gamers e entusiastas de plantão. Antes uma tarefa restrita apenas aos micreiros, agora a “tunagem” da memória RAM pode ser feito por praticamente qualquer pessoa graças ao novo Intel Extreme Tuning Utility, com interface renovada, que exige poucos cliques para extrair o máximo de desempenho possível do processador e das memórias.

Mapas enormes de Battle Royales como Call of Duty: Warzone são encarados com facilidade. (Imagem: Divulgação/Activision Blizzard)

O desempenho e a estabilidade dos processadores Intel mais recentes também brilham por aqui. Os avanços em multitarefas ampliam as possibilidades com múltiplos monitores — um alento especialmente para streamers. O processador foca em otimizações e desempenho concentrado em tarefas de alta prioridade, e isso abre caminho para alternância rápida entre janelas e jogos que não pararão de responder nem com muito esforço.

Em comparação à geração anterior, os ganhos de desempenho chegam a 13% em alguns títulos no processador mais potente da família, o Intel Core i9-11900K — o sonho de consumo do gamer entusiasta. Essa mesma vantagem se reflete nos modelos mais baratos e os seus equivalentes. Na prática, isso implica em maior taxa de quadros e na extração de máximo desempenho da GPU — basicamente, tudo o que o jogador com monitores de altas taxas de frequência precisa.

Se o seu cenário for a procura por um upgrade para a mais recente geração, a Intel incluiu o suporte da 11ª geração ao soquete dos lançamentos anteriores, o LGA-1200. Assim, para ter o mais fino desempenho e recursos da Intel, basta investir em um novo processador e se despreocupar com os demais detalhes da máquina — assim como o processo de montagem.

Recursos herdados de gerações anteriores, como o Turbo Boost Max Technology 3.0, também dão uma mão nesses cenários. Até mesmo um Intel Core i7 alcança os imbatíveis 5 GHz de frequência — uma exclusividade dos processadores da marca. Nos Core i9 topo de linha, os clocks ultrapassam essa barreira e chegam a até 5,2 GHz — e com um pouco de conhecimento em informática, somado ao investimento em um bom sistema de resfriamento, levam a máquina ainda mais longe.

O processador feito para você

As vantagens certamente não param por aí. Os Intel Core Rocket Lake-S de 11ª geração são produtos refinados, construídos sobre uma experiência sólida de décadas no desenvolvimento de processadores. A Intel entende seu público, mas compreende que surpresas acontecem — e a CPU não pode estar no meio do caminho.

Seja para o dia-a-dia, para o trabalho ou para jogar com o máximo de desempenho, a Intel tem o processador ideal para você fazer coisas incríveis.

Leia a matéria no Canaltech.

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