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Com setor aquecido, segurança digital em casa é destaque em evento da Eset

Uma das empresas mais atuantes no segmento de cibersegurança, a Eset realizou nesta terça-feira (8) o primeiro dia do Eset World 2021. Em razão da pandemia, todas as apresentações ocorreram online — e foi possível, pela primeira vez, receber os consumidores, o que não ocorria em conferências presenciais da companhia.

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Um dos tópicos abordados na conferência foi a mudança radical ocorrida no cenário da segurança da informação desde que a pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV-2) tomou o mundo. Empresas tiveram de adaptar suas redes para que seus colaboradores pudessem trabalhar em casa. Paralelamente, no escritório doméstico, os funcionários precisaram se tornar mais conscientes das mudanças de comportamento necessárias para manter dados pessoais e corporativos seguros nesse contexto.

Richard Marko, CEO da Eset, destaca que o segmento de produtos voltados ao consumidor final foi o que mais cresceu nesse período na empresa. “Tanto que estamos desenvolvendo um novo ecossistema, o Eset Home, que tem o consumidor doméstico como centro da ação. Isso torna mais fácil controlar e administrar a segurança em casa”, explica.


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Imagem: Divulgação/Eset

Uma das novidades é a nova forma de adicionar itens inteligentes à rede doméstica já protegida pela solução da Eset. “Suponha que você tenha uma nova smart TV e queira mantê-la segura contra ameaças digitais. Para fazer isso, basta escanear o QR Code que vai aparecer durante a instalação. Queremos facilitar a vida do consumidor.” O lançamento do sistema está previsto para outubro deste ano.

Imagem: Divulgação/Eset

Mais atenção é o conselho dos especialistas

Muitas são as dicas que ajudam o usuário a se manter protegido contra as ameaças virtuais. Mesmo assim, alguns conselhos simples podem ser o ponto de partida para uma atitude mais segura. Para Richard Marko, CEO da Eset, o ser humano é naturalmente curioso e essa é sua maior fraqueza nessa área. “É como aquele ditado: a curiosidade matou o gato”, brinca. “É preciso lembrar que a engenharia social é muito simples e efetiva, e tem sido colocada em prática o tempo todo.”

É essencial, então, conter o interesse excessivo em links que ofereçam acesso à fofoca do momento, a uma forma de ganhar dinheiro fácil ou a uma atualização de cadastro não solicitada. Basicamente, é preciso desconfiar sempre: especialmente quando a proposta vem de um desconhecido, mas também quando, aparentemente, é de alguém próximo.

Outra grande dificuldade quando se pensa em manter um ambiente digital seguro é o cansaço em relação à cibersegurança. “Precisamos realmente ser mais cautelosos”, diz Juraj Malcho, CTO da Eset. “Às vezes, um usuário é imprudente e não acontece nada, enquanto outro toma todos os cuidados possíveis e tem o mesmo resultado. Aí, ele pensa: ‘Por que eu deveria me preocupar?’.”

Os dois especialistas consideram que esse comportamento é o mais perigoso quando se fala em cibersegurança. “Por isso, é preciso mantê-la o mais simples possível para o usuário”, diz Marko. “Esse é nosso maior objetivo”, completa.

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