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Com impressão 3D, Fix it propõe tratamento ortopédico sustentável

A Fix it está reinventando a forma como as pessoas tratam lesões ortopédicas que necessitam de imobilização. A startup desenvolve soluções que auxiliam no procedimento de fraturas e na recuperação de casos pós-cirúrgicos. São mais de vinte modelos em seu portfólio, contemplando membros superiores e inferiores, feitos de plástico termomoldável e biodegradável. Os imobilizadores articulares produzidos pela healthtech possuem um design inovador, que facilita na hora de imobilizar o paciente de forma rápida, e ainda diminui a produção de lixo hospitalar.

Power BI para Investidores

Ao contrário do gesso, por exemplo, que coça, esquenta, pesa e fica com mau cheiro, as soluções da Fix it são arejadas, higienizáveis, resistentes e à prova d’água. De acordo com o Ministério da Saúde, as Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT), que atingem a classe trabalhadora em seus diversos ramos de atividade, representam o principal grupo de agravos à saúde e estão entre as mais frequentes no Brasil.

“Nesse contexto, temos em mente que os procedimentos utilizados em fraturas devem ser os mais práticos, eficientes e confortáveis possíveis e com os modelos tradicionais de imobilizadores isso não acontece. Nós aliamos novas tecnologias com a expertise de vários profissionais para liderar um novo caminho no tratamento de lesões e imobilizações, com tecnologia, praticidade e conforto”, declara o fundador e CEO da Fix it, Felipe Neves.

As soluções da Fix it têm durabilidade de três anos e ainda podem ser remodeladas, em média, mais quatro vezes após a primeira aplicação, que é feita em, no máximo, cinco minutos. Ou seja, a alternativa não é somente para os pacientes, mas também para os profissionais que atuam em clínicas e hospitais, já que torna a imobilização mais ágil e prática.

Além disso, os imobilizadores têm um custo mais baixo em alguns cenários, como por exemplo em radiografias, já que são radiotransparentes e não precisam ser retirados, diferente do gesso que precisa de uma segunda aplicação.

“Nossa proposta é a de desengessar as soluções atuais em todos os seus aspectos, seja da perspectiva do usuário, do profissional e também do meio ambiente. O nosso objetivo é produzir imobilizadores para todas as articulações do corpo e estar presente mundialmente, levando uma solução acessível a todas as classes”, afirma Herbert Costa, fundador e COO da startup.

A Fix it disponibiliza duas opções de aquisição para os profissionais que estejam interessados em trabalhar com o produto, podendo investir em um negócio de baixo custo e com um alto retorno financeiro. O modelo de negócio é indicado para fisioterapeutas, ortopedistas, terapeutas ocupacionais, cirurgiões de mão e qualquer outro profissional de saúde que trabalhe com imobilização ortopédica. A empresa estima que com a venda de apenas dez soluções Fix it, o valor investido no primeiro modelo seja compensando.

Já no segundo, são necessárias 35 soluções vendidas. Ressalta-se que valor da solução segue uma tabela piso, no entanto a Fix it não interfere no valor que será cobrado pelo profissional. Acelerada pela ACE e pela Braskem, recentemente a Fix It recebeu investimento da Unimed e Maior Player de Saúde Latam. Agora, final de 2021, preveem crescimento de 150%.

“Continuaremos buscando conhecimento em diversas áreas. Acreditamos na importância da ciência e cada vez mais vamos investir em estudos voltados relacionados à área da ortopedia. Também estamos nos preparando para uma nova rodada de investimento e levar nossa empresa para além do território nacional”, diz Neves.

Atualmente, a marca também está em operação no Paraguai, Argentina e Uruguai, além de todo o território nacional

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