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Células de hidrogênio podem turbinar novas superbaterias para MacBooks e iPads

O Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos (United States Patent and Trademark Office ou USPTO, no original em inglês) acaba de conceder mais uma patente à Apple. No documento, intitulado “Dispositivo de computação portátil para controle de célula de combustível externa”, a Maçã debate — novamente — sobre as possibilidades de usar células de combustível de hidrogênio para substituir as baterias de lítio usadas atualmente.

Esta não é a primeira vez que a marca realiza estudos sobre esse tipo de energia limpa — as primeiras patentes datam de 2011, e, de lá para cá, os experimentos evoluem em direção a um futuro em que tais células serão usadas nos smartphones e laptops da marca, podendo prover “dias ou até mesmo semanas” de autonomia em uma única recarga.

“A dependência contínua de nosso país de combustíveis fósseis forçou nosso governo a manter relações políticas e militares complicadas com governos instáveis no Oriente Médio e também expôs nosso litoral e nossos cidadãos aos riscos associados à perfuração offshore”, explica a empresa.


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“Esses problemas levaram a uma crescente consciência e desejo por parte dos consumidores de promover e usar fontes de energia renováveis. Como conseqüência dessa maior conscientização do consumidor, os fabricantes de eletrônicos ficaram muito interessados em desenvolver fontes de energia renováveis para seus produtos e têm explorado uma série de fontes de energia renováveis promissoras, como células de combustível de hidrogênio”, complementa.

Obviamente, temos os “poréns”. A principal barreira é o custo e a dificuldade de se criar um sistema de células de combustível de hidrogênio que seja portátil o suficiente para embutir em um smartphone; ademais, a Maçã ainda não sabe o que faria com os resíduos do processamento da tecnologia.

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